Cidadania e Inserção Social

Em março é celebrado o Dia Internacional da Mulher. A data, que foi reconhecida oficialmente pela ONU em 1977, é uma boa oportunidade para refletir sobre o que se quer conquistar e como se organizar para isso.

É cada vez mais frequente a divulgação de dados relacionados à violência contra a mulher, à desigualdade salarial, o pequeno espaço ocupado na política e, de fato, os números assustam. No entanto, pouco se discute sobre como reverter esse cenário e, principalmente, onde queremos chegar. Afinal, queremos igualdade para reproduzir um padrão de sucesso estipulado pelos homens? Lutamos por liberdade para trabalhar mais de 12 horas por dia, assumir cargos executivos e ter altos salários?

Será que ao alcançar isso, encontraremos a felicidade que buscamos? Para que a luta não seja em vão, antes de mais nada temos de falar sobre valores, respeito, outras vítimas de opressão e violência. E, por fim, temos que nos unir a elas e nos colocar em marcha para construirmos juntos uma sociedade onde bem sucedidos serão os que enxergam o outro, são confiáveis, solidários e sabem amar.

Escrito por Ana Paula Silveira Pereira

Ex-aluna de Teologia e Diretora do IMA

Ana Paula Silveira Pereira
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