Cidadania e Inserção Social

Incentivar a educação para a paz, a solidariedade, a mediação de conflitos e o respeito aos direitos humanos – foi com esse intuito que a Organização das Nações Unidas instituiu o dia 30 de janeiro, data do assassinato de Gandhi, como o Dia da Não-Violência.

Mais do que fazer memória aos ensinamentos do líder pacifista, esta celebração nos chama a refletir sobre os diversos tipos de violência existentes em nossa sociedade e a maneira como nos posicionamos para combatê-las.

Diante de agressões físicas e verbais, assaltos, assassinatos, sequestros, e outros tipos de violência, como a fome, o trabalho escravo, a falta de saneamento básico e a desigualdade social, defender a não-violência não significa calar, mas sim reinvindicar o fim das injustiças com manifestações públicas, marchas, petições, diálogos e amor. “A não-violência nunca deve ser usada como um escudo para a covardia. É uma arma para os bravos (Gandhi)

Escrito por Ana Paula Silveira Pereira

Ex-aluna de Teologia e Diretora do IMA

Ana Paula Silveira Pereira
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